domingo, julho 02, 2006

Arqueologia à Porta de Casa, Parte II


Post anterior: Arqueologia à Porta de Casa, Parte I

Apesar de não ter qualquer informação acerca do achado, posso adiantar que pelo menos não se partiu para a destruição. A obra continua a ser realizada, mas tendo em conta o aparecimento do muro, esta foi ligeiramente deslocada, de forma a contemplar a protecção do muro.

Informação cronológica? não tenho, apesar de ter sido daquelas pessoas que todos os arqueólogos detestam, sempre de volta deles, a perguntar isto e aquilo, a dar sujestões! Não pude evitar, sou daquela raça que não sabe estar quieta quando tem escavações à porta de casa...


Por esta foto é possivel perceber que o fosso para a colocação dos contentores subterrâneos de lixo, desenvolve-se a par do muro, que até à data em que eu pude verificar continuava a aparecer com uma face estucada.

quinta-feira, junho 15, 2006

Emblema de Património Cultural já está à venda

Novo Brasão Património Cultural

Apesar do caminho percorrido ter sido longo, e cheio de adversidades, o emblema de Património Cultural já está pronto, e já é possivel adquiri-lo na Loja Académica, na Estrada da Penha, n.º 73 A, 8005 -132 Faro, pelo preço normal de um emblema bordado que é 3,00€.
Pagina Web: Loja Académica

_______________________________________________________

Para os que não se recordam do que o curso de Património Cultural tinha como emblema, fica aqui a imagem do que agora já é passado:

Antigo brasão do curso Património Cultural

terça-feira, junho 13, 2006

Arqueologia à porta de Casa! Tavira, Zona da Porta Nova


Eis que surge a arqueologia, por ocasião da colocação dos novos postos de lixo subterrâneo...à minha porta de casa.
Logo de manhã surge uma escavadora, à hora de almoço pára-se para comer (claro) e à tarde quando volto, não há escavadora, mas há arqueóloga! Numa curta conversa indica-me que talvez sejam os vestígios de uma estrutura ligada às portas da cidade, ligada com a toponímia de "Porta Nova",a localidade onde moro e embora a estrutura pareça continuar estrada a dentro, pouco mais se poderá fazer, a não ser a salvaguarda documental.
Não deixa de ser interessante verificar que estruturas como estas continuam a aparecer e agora numa área que antes parecia estéril a este tipo de vestígios. Prometo dar mais noticias.

Mónica Reis