terça-feira, junho 14, 2005

1º Encontro Nacional de Estudantes de Arqueologia - 5-8 Outubro 2005

"A Associação de Alunos de Arqueologia da Universidade do Minho tem o prazer e a honra de anunciar que nos proximos dias 5,6,7 e 8 de Outubro de 2005 se irá realizar o 1º encontro nacional de estudantes de arqueologia subordinado ao tema: "Arqueologia: Onde estamos? Para Onde vamos?"

Este encontro terá lugar em Vila Nova de Foz Côa e para que este evento tenha sucesso contamos com a coloboração de todos vós. Destina-se apenas aos estudantes da licenciatura em arqueologia, variante de arqueologia do curso de historia, e todos os recém licenciados.

O prazo de inscrição será até ao dia 20 de Agosto, sendo pedida a maior brevidade uma vez que as inscrições são limitadas.

O preço da mesma será de 20, para sócios e 25, para não sócios e sócios que nao tenham a sua situação regularizada, estando já incluido a alimentação, alojamento assim como uma visita ao Parque Arqueológico do Vale do Côa.

Com os melhores cumprimentos e saudações arqueológicas me despeço... contando com a vossa presença. "

António Pires

Barcarã Almoade de Tavira - Imagens do achado

















Mais informações podem ser visualizadas no Site do Arqueotavira - Barcarã

segunda-feira, junho 13, 2005

Castros do Noroeste a Patrimonio Mundial

Os promotores da candidatura dos Castros do Noroeste a Património Mundial apresentaram ontem, no Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, em Braga, uma listagem de seis povoados castrejos que vão liderar o projecto que em 2010 será entregue à apreciação da UNESCO

A listagem inclui o Castro Romariz, em Sta. Maria da Feira, a Citânia de Briteiros, em Guimarães, o Castro Montemozinho, em Penafiel, a Citânia de Sanfins, em Paços de Ferreira, e a Cividade de Terroso, na Póvoa de Varzim. A sexta escolha poderá passar pela Citânia de Sta. Luzia, em Viana do Castelo, ou pelo Castro de S. Lourenço, em Esposende.

A comissão lusa encarregada do processo tinha em carteira mais de mil sítios arqueológicos e castros portugueses, incluídos num panorama geográfico luso-galaico com cerca de sete mil castros. Para já, apenas esta meia dúzia reúne as condições consideradas indispensáveis para integrar uma rede de cultura castreja susceptível de ser aprovada pela UNESCO, nomeadamente a existência de um museu arqueológico ou de um centro de estudos arqueológicos, estruturas de valorização do castro e de manutenção e envolvente paisagística.Contudo, até 2010, os promotores da iniciativa esperam que cerca de duas dezenas passem a ter condições para integrar a candidatura. O processo de recolha dos sítios arqueológicos que vão incluir a candidatura é faseado, bem como as intervenções a serem efectuadas em cada povoado. Estes seis locais constituem expressões materiais particularmente relevantes, do conjunto de povos que ocupou o Noroeste Peninsular, mas não são casos únicos. Faltam é condições, revelou Armando Coelho, da Comissão de Candidatura.

REDE CULTURAL

De acordo com o responsável, existem vários outros povoados castrejos portugueses que têm possibilidades de vir a ser incluídos na candidatura. Enviámos inquéritos a 25 autarquias de modo a apurar o ponto da situação. Feita a avaliação de resultados, verificámos que alguns têm francas condições para integrar a candidatura. Porém, há muito trabalho a ser feito e é importante não esquecer que constituímos uma rede de cultura castreja. É indispensável que as autarquias trabalhem em coordenação connosco nos próximos cinco anos, explicou.Além do aspecto patrimonial, os responsáveis esperam que o projecto permita a constituição de pólos de excelência do ponto de vista cultural e económico, através do turismo.

Carla Esteves, Braga, in correio da manha online, edição de 17-05-05